O flooco permanecerá como palco para minhas incursões e inxerimento sobre o jornalismo e a comunicação humana diante das novas tecnologias;
Já o Mirantânico, blog zumbi, será (novamente) meu repositório de devaneios.
floating over connections
Não, eu não comprei a revista da Andressa Soares, a tal da "mulher melancia". De fato ela não tem nada a dizer, talvez seja até melhor que nada diga. Acredito que além da bunda, sua cabeça também poderia ser encaixada numa metáfora com melancia. Mas cá estava eu com o photoshop aberto e blogueando por aí achei as fotos da dita cuja no frutos-da-mente. Como se ninguém soubesse que ele levou uma puta photoshopada (além de outras coisas ao longo da vida) antes, durante e depois de ser dançarina do créu, resolvi mostrar um deslize de edição:
Não, eu não tenho obsessão por corpos perfeitos. Nem acredito que existam pra falar a verdade, mesmo porquê nunca vi nenhum. Mas gosto de ser detalhista, mesmo não dominando a técnica completamente, quando me meto a "mecher" no photoshop ou quando vejo essas fotos de (pseudo-)celebridades.
Escrevo este post para, além de falar sobre edição de imagens, entrar na onda (hype) de falar sobre essa tal ex-dançarina do créu e testar esse lance de paraquedismo de quebra. Seu "passe" deve ter se valorizado bastante, mas não sem alguns litros de suor. Malhando na academia e sendo malhada na cama (obviamente dormindo). Às vezes tenho medo de ser pai um dia.
Mas talvez tenha que conviver com isso a cada dia mais. E me apavoro com as "previsões do presente" tão bem esclarecidas pelo Fausto: "O retrato do homem brasileiro hoje é um mulato, sem dentes, com "I love New York" estampado numa camisa, cantando música americana cuja letra ele não sabe. Com esse tipo de povo, é fácil a direita ganhar uma eleição." (Fausto Wolff, aqui). Manteremos o controle sobre catástrofe ou a catástrofe sobre nosso controle? Ê bundalêlê esse nosso hein?
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Demócrito
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10:50
A capa da revista VEJA desta semana ( 9 de abril de 2008 ) bem que poderia ter "VEJA" como manchete e assumir de vez "O MAL" como nome da publicação.
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Demócrito
às
10:07
Pagode em Cocotá vi a nega reboláEu vim mesmo foi pra falar de verbo. Xerocar, escanear, deletar, e outros mais execrááádos pelos gramáticos por aí a fora. Mas esses aí são apenas aportuguesados, pois que para conjugá-lo é preciso apenas seguir a conjugação padrão dos verbos da 1ª conjugação (pular, voar, andar...). Mas uma 4ª conjugação está para ser adicionada ao modelo de conjugação dos nossos verbos. Não para o verbo "pôr", que se aglutina com seus derivados na 2ª conjugação já que tem sua origem no "poer".
Num preta-porter de tafetá
Beijei meu patuá, oi sambá, oi ulalá
Mé carrefour o randevú vai começá (mais>> interpretação gringa)
Esta é minha tentativa de participar da 3ª Ciranda de Textos: Jornalismo e Interatividade. Que é um "balaio" de textos produzidos acerca de um tema específico e produzido por jornalistas blogueiros. O projeto surgiu lá pelos "estrangeiros" com o nome de Carnival of Journalism. Aqui no Brasil, ele é articulado pelo Jornalistas da Web, e esta terceira edição tem como guia de leitura o Idéia de todos, blog da jornalista Flávia Garcia Reis (nenhum nepotismo envolvido, é bom que se diga. Segue a FAQ da Ciranda de Textos no Blog Meio Digital.
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Demócrito
às
11:30

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Demócrito
às
12:07
Reservo este espaço para uma criação futura que eu possa desenvolver, ou uma idéia que possa ter. Algo que precise de uma certa prova histórica para garantir minha propriedade sobre aquilo que possa vir a reclamar como meu. Nem precisa ser muito meu, na verdade. Poderei editar este post no futuro, e, quem sabe, assegurar uma coisa que na realidade nunca foi minha. Devaneio? Não sei, espero que prove não ser mais uma falta de tino da minha parte. Tá difícil, mas o travesseiro já clama por mim.
e-braços.
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Demócrito
às
00:18
Não tenho idade pra conhecer Fausto, o Wolff. O sujeito foi um dos jornalistas responsáveis pela criação e manutenção do Pasquim lá pelas décadas de 1960/70. Mas só pude lê-lo na Bundas, uma revista que o Ziraldo editou em contrapartida a Caras ( "Quem mostra a bunda em Caras não mostra a cara em Bundas"). Acompanhei o velho lobo, juntamente com o impagável Nataniel Jebão, também no Pasquim 21, outra empreitada da velha guarda de jornalistas querendo devolver a dignidade profissão. A coisa não durou muito (2001-2004), mas guardo cá comigo a coleção dos Pascas 21 devidamente acondicionados.
Mas o fato é que descobri hoje que um dos meus ícones no jornalismo, ainda que comunista, alcóolatra, pobre e cheio de dívidas, plagiou o texto de um cidadão. É, atualmente o Fausto é colunista do Caderno B do JB e um de seus artigos foi "inspirado" em outro texto já existente. O texto é ótimo, é bem verdade, todos cometem deslizes, também sei, ele reconheceu o erro publicamente, vá lá. Mas, pô, antes fosse o colunistazinho da Veja, ou o Helder Moura da minha terrinha.
De todo embróglio, ainda recuperando-me da frustração, deixo cá o texto do Marconi Leal, originalmente publicado aqui. O artigo do plagiário está aqui e segue seu pedido de desculpas. "A nível de", como diz João Bosco, comparação, o original permanece melhor que a versão do Fausto?
ASSALTO por Marconi Leal
- Alô? Quem tá falando?
- É o ladrão.
- Desculpe, não queria falar com o dono do banco. Tem algum funcionário aí?
- Não, os funcionário tá tudo como refém.
- Eu entendo. Trabalham quatorze horas por dia, ganham um salário ridículo, vivem levando esporro, mas não pedem demissão porque não encontram outro emprego, né? Vida difícil. Mas será que eu não poderia dar uma palavrinha com um deles?
- Impossível. Eles tá amordaçado.
- Foi o que pensei. Gestão moderna, né? Se fizerem qualquer crítica, vão pro olho da rua. Não haverá, então, algum chefe por aí?
- Claro que, não, meu amigo. Quanta inguinorância! O chefe tá na cadeia, que é um lugar mais seguro pra se comandar um assalto.
- Bom... Sabe o que que é? Eu tenho uma conta...
- Tamo levando tudo, ô bacana. O saldo da tua conta é zero.
- Não, isso eu já sabia. Eu sou professor. O que eu queria mesmo era uma informação sobre juro.
- Companheiro, eu sou um ladrão pé-de-chinelo. Meu negócio é pequeno. Assalto a banco, vez ou outra um seqüestro. Pra saber de juro é melhor tu ligar pra Brasília.
- Sei, sei. O senhor tá na informalidade, né? Também, com o preço que tão cobrando por um voto hoje em dia... Mas, será que não podia fazer um favor pra mim? É que eu atrasei o pagamento do cartão e queria saber quanto vou pagar de taxa.
- Tu tá pensando que eu tô brincando? Isso é um assalto!
- Longe de mim. Que é um assalto, eu sei perfeitamente. Mas queria saber o número preciso. Seis por cento, sete por cento?
- Eu acho que tu não tá entendendo, ô mané. Sou assaltante. Trabalho na base da intimidação e da chantagem, saca?
- Ah, já tava esperando. Vai querer vender um seguro de vida ou um título de capitalização, né?
- Não... Eu... Peraí, bacana, que hoje eu tô bonzinho e vou quebrar o teu galho. (um minuto depois) Alô? O sujeito aqui tá dizendo que é oito por cento ao mês.
- Puxa, que incrível!
- Tu achava que era menos?
- Não, achava que era isso mesmo. Tô impressionado é que, pela primeira vez na vida, consegui obter uma informação de uma empresa prestadora de serviço, pelo telefone, em menos de meia hora e sem ouvir Für Elise.
- Quer saber? Fui com a tua cara. Dei umas bordoadas no gerente e ele falou que vai te dar um desconto. Só vai te cobrar quatro por cento, tá ligado?
- Não acredito! E eu não vou ter que comprar nenhum produto do banco?
- Nadinha. Tá acertado.
- Muito obrigado, meu senhor. Nunca fui tratado dessa...
- Ih, sujou! (tiros, gritos) A polícia!
- Polícia? Que polícia? Alô? Alô?
- (sinal de ocupado)
- Alô?... Droga! Maldito Estado. Sempre intervindo nas relações entre homens de bem!
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Demócrito
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22:50
Ao contrário da Fran, principalmente do que ela disse aqui, eu discordo. Não só discordo como implico. O que é até meio infantil, reconheço. Mas eu sou um curioso que gosta das coisas explicadas em seus detalhes. "Por quê" é uma expressãozinha danada que me acompanha desde menino sambudo.
Tô me esforçando pra pensar menos, questionar menos, criticar menos, implicar menos. Me lembrando das coisas, fui catar uns versos do Caeiro:
Pensar em Deus é desobedecer a Deus,
Porque Deus quis que o não conhecêssemos,
Por isso se nos não mostrou...
mais aqui
Eu tô te explicando
Prá te confundir
Eu tô te confundindo
Prá te esclarecer
Tô iluminado
Prá poder cegar
Tô ficando cego
Prá poder guiar
mais aqui
An English professor wrote the words "A woman without her man is nothing" on the chalkboard and asked his students to punctuate it correctly.
All the females in the class wrote:
"A woman: without her, man is nothing."
All of the males in the class wrote:
"A woman, without her man, is nothing."